sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Malandro

Menino quando morre vira anjo,
Mulher, vira uma flor no céu.
Malandro quando morre,

VIRA SAMBA!!!!!!!!!!!!!!!!!


Dia de estréia!!!!!!!

Desculpem o sumiço, mas tiveram vários motivos e o principal foi a correria para a nossa estréia da temporada 2008 ontem no Teatro Odisséia.

Foi lindo!!!!!!!!!!Estávamos maravilhosas e mesmo com o dilúvio a galera compareceu.

Bj aos malandros e cabrochas,

Manu Rios

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

I'm sick!!!!!!!!!!!!!!!

Tô de cama, com um virose braba e sem um pingo de vontade de escrever. Só vim falar que preciso ficar boa que semana que vem tem show do MDC no odisséia.

Bj,

Manu

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Moon Day!!!!!!!!!

"Não é uma segunda feira qualquer.
Não, não daquelas que não desejamos
Longe das que queremos pular do calendário..."


Segunda-feira, mas conhecido como o "dia da lua" (moon day), odiada por tantos e adorada por poucos. Mais uma segunda-feira está aí, dia de esquentar os tamborins (literalmente) pra mais uma carnaval que se aproxima.

Boa semana a todos!

Manu Rios

sábado, 1 de dezembro de 2007

Porque metade de mim é platéia e a outra metade é canção...

Sábado com cara de domingo, volta do plantão, sol escondido, a chuva que quer cair e não cai, almoço com as amigas...a noite vai chegando e já volta a ser sábado novamente. Batucada, choppinho com os amigos na Lapa e pra variar show do Monobloco no Circo...de novo!A noite promete!
Sem querer ouvi esse lindo texto do Oswaldo Montenegro que deixo aqui pra vocês. Bom sábado e um fim de semana sensacional pra todos.
Bj grande,
Manu Rios
P.S.: Dani, tô perdoada?
P.S.: Ranna, pode deixar que tomaremos conta do relógio...rs!
"Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito, a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que amo seja pra sempre amada mesmo que distante
Porque metade de mim é partida, a outra metade é saudade.
Que as palavras que falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço, a outra metade é o que calo.
Que a minha vontade de ir embora se transforme na calma e paz que mereço
Que a tensão que me corrói por dentro seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que penso, a outra metade um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
E o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflita meu rosto num doce sorriso que me lembro ter dado na infância
Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria pra me fazer aquietar o espírito
E que o seu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo, a outra metade é cansaço.
Que a arte me aponte uma resposta mesmo que ela mesma não saiba
E que ninguém a tente complicar, pois é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia a outra metade é canção.
Que a minha loucura seja perdoada porque metade de mim é amore a outra metade
também."