sábado, 6 de agosto de 2011
Insensata razão
domingo, 10 de julho de 2011
Quero!
sábado, 2 de julho de 2011
Silêncio
terça-feira, 28 de junho de 2011
Quem sabe faz a hora
domingo, 15 de maio de 2011
Leve, leve...
Leve pluma
Alma canta
Corpo sorri
Volta
Alegria, alegria
Outono solar
Abraços fortes
Peito escancarado
Portas arrombadas
Desbrava, desbrava
Plenitude, beleza
Brilho, brio, cego ego
Sopro leva
Volúpia viva de vida
Corre e grita
Anuncia a volta
Pra nunca mais
Mais e mais e vai e faz e paz...
quarta-feira, 4 de maio de 2011
A flor da pele murchou
Abismo intransponível.
Limbo vazio.
Sem cor, sem dor, sem gosto...
Sem nada.
Conhecido estranho.
Toque sem corpo.
Pêlo sem pele.
Frio sem arrepio.
Vagas palavras.
Sensações ao léu.
Não vem mais.
Não é mais.
Ficou pra trás.
A flor da pele murchou.
As folhas se foram no outono.
O céu abriu num dia de frio.
Frio da alma.
Desliza ladeira abaixo.
04/05/11
Fazer o quê?
E vai fazer o quê?
Resistir?
Sucumbe ao desejo vadio,
deixar ir,
esvair.
Forte pluma suave,
escorre, socorre.
Faz forte o fraco do simples,
o acaso do complexo forte.
E morre, decorre,
sufoca o encanto da ilusão,
deseja o corpo do coração,
Aliás, se vai em vão,
volta e recorre,
estorna e explode,
Vem e vai no compasso sem passo,
descompasso do espaço.
Tempo insano.
Presente mundano.
Espreme o pano,
e entra pelo cano.
23/04/11
