quinta-feira, 21 de maio de 2009

Pororoca: o encontro das águas!

A pororoca, é um fenômeno natural que conjuga beleza e violência no encontro das águas do mar com as águas do rio araguari.
O fenômeno da Pororoca que ocorre na região Amazônica, principalmente na foz do seu grandioso e mais imponente rio, o Amazonas, é formado pela elevação súbita das águas junto à foz, provocada pelo encontro das marés ou de correntes contrárias, como se estas encontrassem um obstáculo que impedisse seu percurso natural. Quando ultrapassa esse obstáculo, as águas correm rio a dentro com uma velocidade de 10 a 15 milhas por hora, subindo uma altura de 3 a 6 metros.
A pororoca prenuncia a enchente. Alguns minutos antes de chegar, há uma calmaria, um momento de silêncio. As aves se aquietam e até o vento parece parar de "soprar". É ela que se aproxima.

Este é o sinal de que é melhor procurar um local seguro para que a força da água não cause nenhum estrago.

Já dizia o dia ditado: "quem brinca com fogo, acaba se queimando".
Ou seria: "quem brinca com água, acaba se queimando".
Ou ainda: "quem brinca com fogo, acaba se afogando"?

Hummmmm, paradoxo a se pensar.
E eu juro que antes de tudo, esse blog já tinha este nome.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O Bom filho a casa torna

"Eis, o malandro na praça outra vez,
Caminhando na ponta dos pés,
Como quem pisa nos corações..."

Resolvi voltar, não sei no que isso vai dar, mas de repente senti uma necessidade enorme de voltar a escrever por aqui.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Malandro

Menino quando morre vira anjo,
Mulher, vira uma flor no céu.
Malandro quando morre,

VIRA SAMBA!!!!!!!!!!!!!!!!!


Dia de estréia!!!!!!!

Desculpem o sumiço, mas tiveram vários motivos e o principal foi a correria para a nossa estréia da temporada 2008 ontem no Teatro Odisséia.

Foi lindo!!!!!!!!!!Estávamos maravilhosas e mesmo com o dilúvio a galera compareceu.

Bj aos malandros e cabrochas,

Manu Rios

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

I'm sick!!!!!!!!!!!!!!!

Tô de cama, com um virose braba e sem um pingo de vontade de escrever. Só vim falar que preciso ficar boa que semana que vem tem show do MDC no odisséia.

Bj,

Manu

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Moon Day!!!!!!!!!

"Não é uma segunda feira qualquer.
Não, não daquelas que não desejamos
Longe das que queremos pular do calendário..."


Segunda-feira, mas conhecido como o "dia da lua" (moon day), odiada por tantos e adorada por poucos. Mais uma segunda-feira está aí, dia de esquentar os tamborins (literalmente) pra mais uma carnaval que se aproxima.

Boa semana a todos!

Manu Rios

sábado, 1 de dezembro de 2007

Porque metade de mim é platéia e a outra metade é canção...

Sábado com cara de domingo, volta do plantão, sol escondido, a chuva que quer cair e não cai, almoço com as amigas...a noite vai chegando e já volta a ser sábado novamente. Batucada, choppinho com os amigos na Lapa e pra variar show do Monobloco no Circo...de novo!A noite promete!
Sem querer ouvi esse lindo texto do Oswaldo Montenegro que deixo aqui pra vocês. Bom sábado e um fim de semana sensacional pra todos.
Bj grande,
Manu Rios
P.S.: Dani, tô perdoada?
P.S.: Ranna, pode deixar que tomaremos conta do relógio...rs!
"Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito, a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que amo seja pra sempre amada mesmo que distante
Porque metade de mim é partida, a outra metade é saudade.
Que as palavras que falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço, a outra metade é o que calo.
Que a minha vontade de ir embora se transforme na calma e paz que mereço
Que a tensão que me corrói por dentro seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que penso, a outra metade um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
E o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflita meu rosto num doce sorriso que me lembro ter dado na infância
Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria pra me fazer aquietar o espírito
E que o seu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo, a outra metade é cansaço.
Que a arte me aponte uma resposta mesmo que ela mesma não saiba
E que ninguém a tente complicar, pois é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia a outra metade é canção.
Que a minha loucura seja perdoada porque metade de mim é amore a outra metade
também."